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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Saga ~ Volume One


[Inserir parágrafo de desculpas por o blog estar ao abandono por tanto tempo]

Comics acompanham-me sempre, onde quer que vá. Faço por mantê-los por perto. São uma óptima companhia, e transmitem um confortável sentimento de continuidade e esperança futura. No caso de séries.

Começar uma nova série traz sempre consigo uma considerável dose de entusiasmo e expectativa. Assim foi com o primeiro volume de Saga, que terminei hoje. Brian K. Vaughan é o autor, meu conhecido da excelente série Y: The Last Man (um dos meus comics favoritos, de sempre...até hoje), e que hoje em dia também é o principal argumentista da série televisiva "Under The Dome" (que também estou a acompanhar com agrado). Brian K. Vaughan, para quem não conhece, é uma espécie de versão positiva e bem conseguida de J.J. Abrams, mas com menos apoio e reconhecimento comercial. Ou seja, para além de criar e/ou pegar em premissas imediatamente interessantes, ao contrário de J.J., Brian consegue desenvolvê-las com sucesso, escrevendo boas personagens em narrativas bem pensadas e estruturadas do principio ao fim. Enquanto que com uma obra de J.J. começamos com o sentimento de "epá quero ver o que acontece com isto!!" e acabamos com um irremediável "bela merda...", nas obras de Brian começamos com um "hmm, interessante...", e acabamos com um indiscutível "muito bom!". But I digress...

Saga. Muito por culpa do art-work apelativo das capas, e das boas criticas relacionadas, entrei neste novo comic com altas expectativas. Talvez demasiado altas. Mas, gostei. Gostei e vou seguir, não tenho dúvidas.
E....sinceramente não sei se me apetece escrever mais sobre o assunto. Mas ok, é uma história de amor familiar num contexto de ficção cientifica fantástico em que os protagonistas assumem o papel de Romeu e Julieta com amor concretizado sans suicídio e com rebento nascido no meio de uma interminável guerra à escala universal entre as duas facções a que ambos originalmente pertencem. Pelo meio existe um gato sem pelo que detecta mentiras, príncipes robóticos sexualmente activos com uma televisão no lugar da cabeça, e um fantasma flutuante cor de rosa de uma adolescente que apenas retém intacta parte superior do seu corpo com os intestinos a balançar no ar a nível da cintura.  É isso. Leiam que é bom.

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