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quinta-feira, 8 de março de 2012

Vanquish



Cinco horas e quarenta e sete minutos foi o tempo que precisei para terminar a campanha de Vanquish. Três sessões de jogo divididas por três dias. Um ritmo muito saudável portanto.

Cortando palavras e dissertações pelo meio, heis o que interessa: Vanquish é um dos melhores (senão mesmo o melhor) jogos de acção desta geração de consolas. Um dos melhores jogos de acção de sempre e uma experiência afinadíssima em todos os campos! É também a prova que um jogo não tem de ter uma duração mínima para que se justifique o seu valor de compra. 

A Platinum Games é, para mim, sem dúvida o grande estúdio revelação deste ciclo de consolas, e se Bayonetta não bastava para demonstrar o total controlo destes produtores japoneses, Vanquish veio tirar todas as dúvidas (que já não existiam para mim, desde Bayonetta). É incrível como com um ciclo de desenvolvimento relativamente tão curto, estes indivíduos conseguem criar uma obra que deixa de rastos qualquer outra do género. E isto produzindo um titulo com aspecto técnico e primor gráfico bem lá no topo, entre os melhores!
A acção não tem igual em mais lado nenhum, inovando em todas as frentes do típico shooter na terceira pessoa, e depois ainda acrescentando toda uma camada de espectacularidade que deixam o utilizador constantemente deslumbrado e maravilhado com o que vê no ecrã. Tudo isto, a funcionar na perfeição, sem bugs, de forma totalmente fluída e non-stop, nunca se tornando repetitivo, nunca cansando, e mantendo-se sempre muito divertido.

Dá vontade de jogar mais! Cria real desejo por uma sequela, que infelizmente não se prevê que possa acontecer. Vanquish é um daqueles jogos que se torna quase demasiado bom para o seu próprio bem: escapa à maioria dos jogadores o que lhes está a ser realmente oferecido. Pobres campanhas de marketing não ajudam, e assim fica um clássico "enterrado" no balde dos que vendem menos de um milhão de cópias. Titulo que todos reconhecem como excelente, todos elogiam porque se sentem forçados a fazê-lo, mas que na realidade muito poucos realmente jogaram. Morre assim o hype, e perpetua-se um dos piores síndromes da indústria dos videojogos... 

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