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sexta-feira, 22 de julho de 2011

The Conspirator


Um bom filme de sábado à tarde. Nada mais.

Aqueles que apenas atentam à estória e narrativa de um filme, ignorando toda a restante cinematografia, irão adorar este The Conspirator. Mas para todos os outros, para quem um filme é, e tem que ser, muito mais que apenas uma história interessante, não passa de uma obra banal que será completamente esquecida com o passar dos tempos. Nota-se até um profundo (e constantemente distractivo/enervante) estilo de realização e visual vincadamente à telefilme que me deixou até intrigado de tão abusivo e perceptivel que se impõe - "teria o realizador realmente intenção que isto tivesse o aspecto de um episódio de uma mini série portuguesa da TVI?!".

Seja como for, o argumento, baseado em factos históricos, é de facto interessante. A formula é a já mais que explorada do "filme julgamento", onde a principal acção se desenrola durante...um julgamento (no sentido de tribunal mesmo. Falta-me agora o termo apropriado por lapso. Acontece). Eficaz como quase sempre, mas não particularmente entusiasmante.
Salvam-se algumas interpretações individuais, em particular a do protagonista, representado por James McAvoy (o Dr Xavier do ultimo X-Men), e que consegue cativar o publico com o seu convincente trabalho.

No fim de contas, não é mais que um bom filme de sábado à tarde. Ou seja, é funcional e entretém, mas não habita aqui pinga nenhuma de arte e criatividade. 

E pinga de arte e criatividade é o que também não existe neste meu artigo, que acaba por ser um bom exemplo do que é um rápido frete de escrita. Achei que deveria escrever isto apenas porque me surpreendem as boas criticas que o filme recebeu quando eu só vejo aqui marasmo cinematográfico. E acaba por ser assim também tão seco e desinteressante este comentário...

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