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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Fish Tank



19:15, Sessão de Culto, Bragashopping. Delivers!
Autentico ritual de tempos a tempos para mim, desta feita o filme foi Fish Tank, ou Aquario no seu titulo portugues. Mais uma vez entrei na sala de cinema sem saber absolutamente nada sobre a pelicula, para além da olhadela que tinha dado no poster de apresentaçao quando estava a verificar qual era o filme escolhido esta semana. E é realmente espectacular sentar em frente ao grande ecrã pra ver algo totalmente novo sem termos a minima ideia do que vamos ver! Sobretudo no caso da tal Sessao de Culto, que escolhe sempre muito bem os seus filmes e mantém a qualidade sempre assegurada.
Fish Tank é um filme inglês, e um daqueles filmes ingleses que é mesmo inglês, se me faço entender. E é um muito bom filme inglês por acaso. E eu gosto desta vaga recente de cinema inglês que se debruça na cultura e sociedade jovens e pseudo-urbanas com todos os seus maneirismos e slang  próprios. E este tem muito disso. E mais nao digo qué pra não spoilar ninguem interessado em ver. Deixo apenas o site oficial se quiserem dar uma espreitadela no trailer e tal...

Numa nota á parte, mas relacionada com o Cinemax do Bragashopping, devo dizer que é uma delicia. Apesar de terem renovado e modernizado recentemente as salas de cinema, ainda assim persiste uma aura e um ambiente a remontar para aqueles velhos cinemas xungas que o boom dos centros comerciais e seus apendices de 7ª Arte da Warner (depois Lusomundo) por volta de 1998 vieram quase erradicar do mapa nacional. E é bom que ainda hajam cinemas assim. São mais...confortaveis. E no caso particular destas Sessoes de Culto, há sempre algo que falha um pouco, tecnicamente falando. Uma ou mais coisas aliás...seja o sonoro stereo manhoso que nao utiliza o sistema surround da sala, ou um ligeiro desfoque de imagem, ou aquela pequena mancha queimada ali quase no centro do ecra que mal se vê, mas que ao mesmo tempo se vislumbra constantemente, ou ainda aquele fio de sabe-se lá o quê que está pendurado do tecto e atravessa quase metade do ecrã. Há sempre algo...mas eu nao quereria de outra maneira. Faz parte da experiencia, e para filmes deste tipo (e nao vou explicar "este tipo", porque é daquelas cenas que ou percebem, ou nao percebem) parece que torna a experiencia ainda melhor, mais completa e genuina.
Pessoalmente, e porque acredito e sigo á linha aquela máxima que diz que votamos todos os dias com o nosso bolso, faço o esforço de quando vou ao cinema, optar por salas mais alternativas que nao sejam as vampiricas Lusomundo. Há que manter a dinamica e a competitividade viva, senao tamos todos lixados! É qué mesmo assim...


Por vezes gosto de meter as imagens assim bem grandalhonas...outras vezes nem tanto. É consoante a disposiçao e neura do momento e tal...

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